Mulheres

Outubro está chegando!  Não custa lembrar que nesse período é realizada a famosa campanha do Outubro Rosa que tem por objetivo a conscientização em torno da prevenção e tratamento do câncer de mama. Mas o post de hoje não é dedicado a esse movimento, mas sim às protagonistas dele: as mulheres. Acompanhei de perto a suspeita, o diagnóstico, as cirurgias, as sessões de quimioterapia, de radioterapia e o pós, do caso da Linda. Principalmente durante o tratamento, tive contato também com histórias de outras mulheres que estavam passando por situação similar e, agora com nosso projeto, novamente. É um período difícil, pois além da parte médica, é uma doença que mexe com a auto estima da mulher e o psicológico é fundamental para a recuperação. Elas tem toda minha admiração e respeito pois são verdadeiras guerreiras para enfrentar  esse período e, muitas vezes, ainda conciliando com seus trabalhos e outras responsabilidades. Sempre que vejo uma mulher com LEIA MAIS [...]
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Tenha estilo sempre!

Passar pelo tratamento mudou muito coisa em mim. Além da visão de vida, da rotina diferente, das muitas lembranças, pude também desapegar de um visual adotado há muitos anos. Sempre tive o cabelo muito preto, com o mesmo penteado, corte e comprimento. Quando passei pela primeiro quimio, logo cortei as madeixas num estilo chanel e adorei o look, pois me rejuvenesceu e achei muito mais leve. Então eles caíram e para uma mulher se ver de cabelo raspado ou sem cabelo não é muito comum. Pude me olhar no espelho, reparar nas feições do meu rosto e em como ficaram em evidência. Meus olhos, já muito expressivos, passaram a ter maior destaque e a pele mais corada do que nunca me dava, ironicamente, um ar saudável. Poder sentir a água durante o banho caindo diretamente no couro cabeludo era a melhor parte. Ah! Não posso deixar de comentar que não ter pêlos em nenhum lugar do corpo, nenhum mesmo, não me fez sentir saudades da depilação, tão dolorosa para nós mulheres. Poder LEIA MAIS [...]
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Sem pena

Desde quando soube que a Linda estava com câncer de mama em nenhum momento a tratei ou até a percebi como "coitada". Lógico, sei que é uma doença grave, um diagnóstico improvável para a idade, havia falta de histórico de sua família e nem que fosse consequência de algum mau hábito dela (como acontece com outras doenças), entenderia ali a seriedade da situação. Porém a via como uma mulher forte e que suportaria aquilo. Normalmente sou mais frio e racional, ainda mais para questões mais complexas. Fui sempre muito pragmático em enxergar qual o próximo passo e entendia que assim, além estar junto, poderia contribuir. Em muitos momentos, de verdade, eu esquecia que a Linda estava passando pelo tratamento. Percebia, sem querer, que isso a fazia também ignorar aquela condição por algum tempo. Sabe aquela velha frase de que "não sabia que era impossível, foi lá e fez"? Pois é, entendo que isso pode se aplicar de certa forma ao modo como certas situações são encaradas. LEIA MAIS [...]
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