Top 5 – Caio

Como a Linda contou no último post, nós comemoramos 1 ano de projeto e estamos muito felizes com isso! Somos muito gratos por toda a repercussão e incentivo que nos está sendo dado.
Entendemos, a partir de tudo que nos foi passado, estar no caminho certo.

Reler alguns textos foi um exercício muito prazeroso pois passa um pequeno filme na cabeça desde quando estávamos decidindo o nome do projeto, como seria a marca…e tudo que o envolve.
Bom, seguem abaixo aqueles “frasquinhos” que acho mais especiais também em ordem cronológica:

 

 Virando o Jogo – 24 de julho de 2016

Situações do cotidiano nos trazem lições super importantes se a gente aprende a percebe-las. Um jogo de amigos e uma virada espetacular são o paralelo com situações adversas como a que eu e Linda enfrentamos.
É a inspiração do esporte, que vai muito além do que acontece dentro de campo.

 

Sem Pena – 25 de agosto de 2016

Uma lição de vida do meu sobrinho. As crianças possuem um olhar diferente de nós, adultos, e quando conseguimos percebe-lo e admirá-lo ficamos inspirados.
Esse texto aborda a visão dele sobre a Linda com toda a ingenuidade e sabedoria que uma criança tem.

 

Quimioterapia – Parte I – 15 de setembro de 2016

Pra chorar, refletir, agradecer, enfim…muitos sentimentos vem com a leitura de um texto profundo como esse. É uma descrição do que aconteceu, mas com a percepção de quem está passando por tudo aquilo.
Além dessa, a parte II também é obrigatória para entender melhor esse universo e o que nos propomos com o projeto.

 

Amor, Câncer e Sexo – 7 de novembro de 2016

Misturar essas 3 coisas em um post não foi fácil. Para muitos é um tabu e, ao mesmo tempo, uma curiosidade de algo que faz parte da nossa vida, inclusive durante o tratamento.
Por isso a Linda resolveu abordar esse tema.

 

 

Tá Faltando Quimio – 19 de dezembro de 2016

Uma dura realidade de muitas pessoas que não tem acesso aos medicamentos. Um texto que é um relato pessoal, mas que demonstra a importância de uma boa gestão e serviços de saúde públicos e o quanto isso afeta as pessoas (positiva ou negativamente).

 

 

Espero também, assim como a Linda, que vocês gostem, comentem e compartilhem essas histórias, pois sempre tem alguém olhando para sua janela e se inspirando para admirar a própria paisagem 😉

 

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Agora casado!

Eu e Linda acabamos de casar. Isso mesmo, no sábado celebramos nossa união e agora somos oficialmente marido e mulher. Foi incrível e muito especial para nós, certamente um evento que renderá ainda muitos conteúdos por aqui.

Porém, vou me ater a um ponto específico: o processo. Como assim?

Bom sempre que se planeja algo há um desenvolvimento desse projeto em várias etapas. As pessoas envolvidas imaginam a respeito, depois traçam plano e iniciativas, até chegar na execução daquilo que se tinha pensado. O casamento é particularmente interessante pois mexe com muitos pontos: amor, mudança na vida pessoal, sonhos, investimento e muitos outros. É algo que, normalmente, é concebido em 1 ano (às vezes até bem mais) para que toda a parte financeira, burocrática e dos serviços seja preparada.

O que quero ressaltar aqui é que é importante valorizarmos muito esse lado. Lógico que o dia do casamento é o ápice, é quando tudo aquilo é concretizado. Mas teve muito tempo até chegar ali e isso é muito especial.

Dom Bento, monge que fez nossa preparação e acompanhamento espiritual para o casamento, nos disse um dia antes de nos casar algo assim: “a vida é em sua maior parte feita de momentos ordinários, cotidianos. Especial é quando conseguimos enxergar o extraordinário que existe em cada um deles.”

Uma lágrima de tanto rir, uma sessão de quimio vencida, um jantar com a família, uma palavra amiga, um dia bonito de sol, uma noite bem dormida. Assim pode ser percebida a vida: pequenos grandes acontecimentos que se sucedem a toda hora.

Portanto, vamos percebe-los e agradecê-los, certamente após isso eles parecerão mais frequentes do que antes.

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Colaboração

Provavelmente você já ouvir falar em colaboração ou que algo é colaborativo. Certo? Isso é válido para criação de produtos, serviços, campanhas e soluções em geral. Vamos aprofundar um pouco o que isso significa e trazer ao nosso tema. Lembrando que não tenho a menor pretensão de dissertar sobre o tema, há vários artigos e até livros acerca do tema e que explicam com muita propriedade acadêmica e de pesquisa a respeito.

Mas basicamente quando se refere a um negócio, processo ou algo colaborativo, é dizer que a construção ou aperfeiçoamento do mesmo é feita com a participação de diferentes personagens. Talvez atualmente isso esteja mais em evidência pois o mundo, na verdade, sempre dependeu de colaboração para evoluir e seria um desperdício não utilizarmos os recursos que estão aí dispostos para ajudar a solucionar nossas questões e promover o desenvolvimento.

Pare rapidamente para pensar em todos os círculos sociais que você está inserido: amigos de infância, colegas de colégio, de faculdade, família, equipe do trabalho, parceiros de trabalho, namorada (o), esposa (o), amigos de hobbie (do futebol, da academia, da yoga). Enfim, muita gente, né?

Agora imagine tentar aproveitar, no bom sentido, todo o potencial dessa extensa rede em prol de uma causa sua e que você fizesse o mesmo quando acionado para uma causa alheia também. Com certeza teria MUITA colaboração! Meu conselho aqui é: esteja disposto e saiba usufruir dessa colaboração. Não se importe tanto com qual vai ser o envolvimento de cada um, há pessoas que vão exceder suas expectativas e outras estarão abaixo do que você esperava, mas tudo bem.

Nós, eu e a Linda, tentamos fazer isso durante o período da doença e até hoje, na verdade. Não vou dizer que conseguimos 100%, poderíamos ter feito mais, mas fizemos muito. Como? Começamos contando aos outros a situação. Eu falei para a minha família (que estava ciente de tudo desde o começo), ela para a dela. Contamos nos trabalhos, às equipes e, no meu caso, aos meus sócios. Até para clientes eu falei. Aos amigos, idem. Nesse ponto não contei a todos, porém hoje acho que deveria.

Depois fomos sabendo absorver o que cada um trazia: uma pergunta sincera para saber como estava, um convite para algum programa, uma palavra amiga, um exemplo de força. Tudo isso vai nos preenchendo e colaborando para vencermos esse desafio. Isso nos dá um senso de responsabilidade, entendemos que aquela luta não é só nossa, tem muita gente torcendo e ajudando como pode. Alguns até sem saber como ajudar, não se pronunciavam, mas depois soubemos que rezavam pela recuperação da Linda.

Sou extremamente otimista quanto ao futuro. Os recursos estão disponíveis, basta sabermos utiliza-los com prudência e alinhado aos objetivos corretos, a humanidade irá evoluir e desfrutar de forma exponencial a muitos avanços que surgirão a partir desse grande efeito colaborativo.

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