Casamento à vista

Depois de dois textos seguidos do Caio, eu já estava com saudades 🤗 volto falando sobre um assunto que tá super fazendo parte da minha rotina: casamento!

Acordo e levanto falando ou resolvendo alguma coisa sobre o “grande dia”. Já passei por várias fases, a de não conseguir ver nada e deixar tudo para última hora, já fiquei maniaca resolvendo mil coisas num dia só, já fiquei um tempo sem conseguir dormir e agora estou num momento de dormir muito, tudo me dá sono. 😴

Apesar de não percebermos, acabamos tão envolvidos em algum projeto e empenhados nas resoluções que muitas vezes ficamos “estressados” sem perceber e aí o corpo lança algum alerta. Semana passada voltei de São Paulo, da prova do vestido, com uma dor muscular nas costas. Fui imediatamente ao médico, por que como o Caio diz e sempre elogia, sou o tipo de pessoa que gosta de resolver tudo logo, dificilmente postergo algo, ainda mais se tratando da minha saúde.

O médico confirmou que o músculo estava tão comprimido que estava pressionando a coluna, por isso a dor. Fiquei pasma, já que não me sinto estressada nem nada. Fiquei dois dias de molho e embora precisasse resolver muitos assuntos da faculdade e ter algumas reuniões com fornecedores, simplesmente respeitei meu corpo e mente com todo o apoio no meu trabalho. Afinal falta muito pouco para a cerimônia e preciso estar saudável.

Não vejo a hora de tudo tomar forma e viver esse grande momento com as pessoas que eu amo.

Nunca sonhei em casar com véu e grinalda, poderia casar no cartório que seria igualmente feliz, mas já que o universo me preparou essa surpresa, só agradeço por estar vivendo esse momento tão especial.

É claro que se passa um filme na nossa cabeça e nossa história fica cada vez mais viva dentro de nós e sei que quando ver o homem da minha vida me esperando como um príncipe no altar, toda essa linda história de amor passará diante de nosso olhos e cada passo que eu der em direção a ele será de agradecimento a esta vida, por cada presente que ela me deu, por cada sorriso e por cada vitória.

Quando finalmente tivermos que fazer os votos e dizer: “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”.
Acho que podemos pular essa parte, já foi, já passou… 🙏🏻

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Colaboração

Provavelmente você já ouvir falar em colaboração ou que algo é colaborativo. Certo? Isso é válido para criação de produtos, serviços, campanhas e soluções em geral. Vamos aprofundar um pouco o que isso significa e trazer ao nosso tema. Lembrando que não tenho a menor pretensão de dissertar sobre o tema, há vários artigos e até livros acerca do tema e que explicam com muita propriedade acadêmica e de pesquisa a respeito.

Mas basicamente quando se refere a um negócio, processo ou algo colaborativo, é dizer que a construção ou aperfeiçoamento do mesmo é feita com a participação de diferentes personagens. Talvez atualmente isso esteja mais em evidência pois o mundo, na verdade, sempre dependeu de colaboração para evoluir e seria um desperdício não utilizarmos os recursos que estão aí dispostos para ajudar a solucionar nossas questões e promover o desenvolvimento.

Pare rapidamente para pensar em todos os círculos sociais que você está inserido: amigos de infância, colegas de colégio, de faculdade, família, equipe do trabalho, parceiros de trabalho, namorada (o), esposa (o), amigos de hobbie (do futebol, da academia, da yoga). Enfim, muita gente, né?

Agora imagine tentar aproveitar, no bom sentido, todo o potencial dessa extensa rede em prol de uma causa sua e que você fizesse o mesmo quando acionado para uma causa alheia também. Com certeza teria MUITA colaboração! Meu conselho aqui é: esteja disposto e saiba usufruir dessa colaboração. Não se importe tanto com qual vai ser o envolvimento de cada um, há pessoas que vão exceder suas expectativas e outras estarão abaixo do que você esperava, mas tudo bem.

Nós, eu e a Linda, tentamos fazer isso durante o período da doença e até hoje, na verdade. Não vou dizer que conseguimos 100%, poderíamos ter feito mais, mas fizemos muito. Como? Começamos contando aos outros a situação. Eu falei para a minha família (que estava ciente de tudo desde o começo), ela para a dela. Contamos nos trabalhos, às equipes e, no meu caso, aos meus sócios. Até para clientes eu falei. Aos amigos, idem. Nesse ponto não contei a todos, porém hoje acho que deveria.

Depois fomos sabendo absorver o que cada um trazia: uma pergunta sincera para saber como estava, um convite para algum programa, uma palavra amiga, um exemplo de força. Tudo isso vai nos preenchendo e colaborando para vencermos esse desafio. Isso nos dá um senso de responsabilidade, entendemos que aquela luta não é só nossa, tem muita gente torcendo e ajudando como pode. Alguns até sem saber como ajudar, não se pronunciavam, mas depois soubemos que rezavam pela recuperação da Linda.

Sou extremamente otimista quanto ao futuro. Os recursos estão disponíveis, basta sabermos utiliza-los com prudência e alinhado aos objetivos corretos, a humanidade irá evoluir e desfrutar de forma exponencial a muitos avanços que surgirão a partir desse grande efeito colaborativo.

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Mimos de mãe

Esse post é uma homenagem. Hoje é o dia do aniversário da minha mãe, Regina Vitoria. Claro, sou super-hiper-ultra-mega suspeito pra falar, mas sei que muitas pessoas que a conheceram vão concordar comigo em alguns pontos, ainda mais ao saberem de alguns detalhes.

Ela é aquele tipo de pessoa super simpática e afetuosa, que rapidamente as pessoas se sentem à vontade para se abrir e falar das suas conquistas e problemas, exatamente como ela faz. Minha irmã e eu ficamos brincando que todos sabem dos nossos assuntos. Não no sentido ruim da fofoca que denigre, mas sim da transparência sobre os assuntos da vida. Ela, ao contrário de mim, por exemplo, sempre vai além de “tá tudo bem! E você?”, sai falando mesmo, rs.

Mas eu vou me ater aqui a um fato do período da doença da Linda e como ela foi fundamental nesse processo. Primeiro: sei que nem sempre é possível, mas ter um bom relacionamento com sua nora (no caso dela) e eu com minha sogra ajudou e sempre ajudará para celebrarmos juntos as conquistas e enfrentarmos as adversidades. Isso permitiu que a Linda se sentisse sempre à vontade para compartilhar com a minha mãe o que acontecia, inclusive quando teve a suspeita antes da nossa viagem.

Foi ela que insistiu para que fôssemos averiguar do que se tratava aquela suspeita e nos indicou o Dr. Jorge Resende, da qual é amiga há décadas. Essa proximidade foi importante para que ele tivesse ainda mais cuidado do que normalmente tem (já que é muito profissional) com o caso. Assim que soubemos do diagnóstico minha mãe prontamente se colocou à disposição no que pudesse colaborar. Combinamos então, eu e ela, que faríamos todo o possível para dar suporte não só no assunto central (a luta contra o câncer), mas também nos assuntos de suporte que poderiam trazer preocupação e/ou demandar tempo. Afinal, a Linda teria que se afastar do trabalho de licença médica, a minha sogra (Patrícia) continuaria trabalhando e a vida continuava.

Daí em diante a gente iria “mimar” a Linda e Patrícia das maneiras que encontrássemos. Minha mãe sempre cozinhou muitíssimo bem, além de gostar muito. É impressionante como algumas vezes em 30 minutos ela transformava os ingredientes numa deliciosa refeição. Portanto uma das ajudas seria nessa parte. Durante mais de 1 ano ela fez questão de preparar vários pratos para que as duas (Linda e Patrícia) pudessem desfrutar e tivessem também uma preocupação a menos. Não foi um pedido delas, tampouco uma necessidade, porém um presente. Diria que mais que um presente, uma demonstração contínua de comprometimento, que estava ali para o que precisar, inserida naquela causa.

Esse foi só um exemplo, provavelmente escreverei sobre outros ao longo dos posts, de como ela foi e é com os outros. Aproveito para te parabenizar e agradecer, como filho, como noivo da Linda e como admirador da sua pessoa. Parabéns, mãe!

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