Botando no papel ❤

Em época de Netflix, todos amam ver um bom filme ou série. Eu adoro também ❤ É incrível mergulhar numa história e acompanhar cada capítulo como se estivéssemos dentro dele. Quem nunca adiantou tudo que tinha para fazer durante o dia, só para ganhar alguns minutos a mais, chegar em casa e relaxar vendo sua série favorita, que sempre é a do momento, claro, já que todas nos deixam viciados. Provavelmente todos já tiveram essa experiência e eu, apesar de gostar bastante, confesso que há muitos e muitos anos tenho uma outra paixão: livros! Nossa, mas eu amo livros! Gosto do cheiro, da textura das páginas e adoro uma capa bonita. Obviamente o essencial é a leitura. Precisa ser boa. Não me lembro desde quando desenvolvi esse hábito, mas a verdade é que para mim um livro bom, não dura mais do que uma semana, por que na verdade é como se fosse um filme. Tudo é imaginado dentro da minha cabeça e, nas primeiras linhas minha mente já monta o cenário e escolho os LEIA MAIS [...]
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Cabelo cresce!

Quando a gente passa por um tratamento desse tipo, ficamos numa contagem regressiva desde o primeiro dia. Menos uma quimio, menos um dia de enjoo, menos um exame... No final da quimioterapia “branca”, os dias pareciam não passar. Estava ansiosa para finalizar esse ciclo, pois teria um intervalo de mais ou menos um mês, uma espécie de descanso para meu organismo e logo começaria a radioterapia. Ainda que os dias parecessem eternos, uma esperança crescia, junto há alguns fios que já podia notar na minha cabeça. Eles simbolizavam uma vida nova, cada fio, por mais fininho e claro que surgisse era um novo sopro de vida. Assim como eles, nascia também uma nova Linda, com novos sonhos, com novos ideais e com outras características. Tinha um mundo novo nas mãos e estava preparada desta vez. O Caio brincava com minha penugem, que crescia nas laterais da cabeça e na nuca, dizia que eu parecia um filhotinho de avestruz. Achava lindo! Enquanto me analisava no espelho, me perguntava LEIA MAIS [...]
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Não culpe a janela pela paisagem por Laís Vargas

Olá! Meu nome é Laís, trabalho com o Barreto (não consigo chamá-lo de Caio, superem) e conheci a Linda há pouco mais de três anos. Não lembro exatamente quando soube do câncer - se não me engano foi em 2014 - mas recordo o que pensei naquele momento: "ela é especial, o Barreto tem muita sorte", apenas isso. E hoje estou aqui para contar uma experiência difícil que enfrentei. Em 2010 meu melhor amigo faleceu. Aos 24 anos, ele nos deixou vítima de uma doença devastadora como o câncer: AIDS. Foi um dos momentos mais difíceis da minha vida. Não conseguia trabalhar bem, atrasei boa parte da minha monografia e fiquei meses sem dormir 8h por dia. Até hoje me pego chorando embaixo do chuveiro sentindo sua falta (e o mesmo acontece enquanto escrevo esse texto). Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem 40 milhões de pessoas infectadas com o vírus HIV e, ao contrário do câncer, a AIDS não tem cura. E essa não é a única diferença entre as duas doenças. Minha LEIA MAIS [...]
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